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Doutora em Neurociência da Música (UFRJ) e Pós-Doutora. Cantora, Atriz, Compositora, Musicista. Lançou seu álbum autoral “Infinitos Encontros” pela Biscoito Fino (2020). Vencedora do Festival de Música Rádio MEC 2021. Estreou aos 15 anos como Anne Frank na peça “O Diário Anne Frank”. Estrelou a peça “Dois Amores e um Bicho” contemplada com o Prêmio FUNARTE de teatro Tônia Carrero no SESC Copa (2017), Glauce Rocha (2018) e Itaú Cultural (2020). Atuou como atriz, cantora e musicista nos musicais: Contra o Vento (CCBB), Edypop (Teatro Sérgio Porto) e A Lenda do Vale da Lua (Oi Futuro). Integrou Aquela Cia (2014), a Cia Complexo Duplo (2015-2017) e a Notória Cia de Teatro (2017-2021). Apresenta a palestra-show “O Cérebro Musical” (RIO2C, RMK, Unibes Cultural, PUC-Rio). Em 2022, estreou o show "Julie Wein canta Chico Buarque" no Blue Note SP.

RELEASE JULIE WEIN
 

Cantora, compositora e neurocientista, Julie Wein, lançou em 2020 seu primeiro álbum autoral "Infinitos Encontros" nas plataformas digitais, via Biscoito Fino com participação de Ed Motta.

Premiada pela Rádio MEC com sua canção Trânsito de Marte e como Melhor Intérprete de MPB pelo PPM, Julie traz em sua assinatura uma mistura de potência e delicadeza. Duas vezes premiada pela Jornada Giulio Massarani e Graduada com Dignidade Acadêmica, também recebeu Menção Honrosa do Prêmio Juarez Aranha. Doutora pela UFRJ, especializada em Neurociência da Música e pós-doutora no Instituto D´Or.

O talento musical de Julie Wein vem colhendo elogios de diferentes áreas do mundo artístico. Para o maestro e compositor Edino Krieger, “Julie Wein segue a melhor tradição da música romântica brasileira. Tenho a impressão de que estamos assistindo ao nascimento de uma nova Dolores Duran. Eu espero que em breve ela esteja representando o melhor de nossa música popular aqui e no mundo.” Para o crítico musical Aquiles Reis: “como um boré, o disco [Infinitos Encontros] convoca as “tribos” a pensarem em música como se fosse ela a primeira e máxima ação a chegar à profundeza da alma humana” e “Wein é intérprete com preciosos recursos e os irradia com a força do ardor de uma grande mulher”. Para Ed Motta, Julie Wein é “música nova como não se escuta há muitos anos. Uma artista para a eternidade”.

Em 2022 estreou no Blue Note São Paulo um show em homenagem a Chico Buarque uma de suas principais influências na música, mesmo ano que estreará o show do seu álbum autoral "Infinitos Encontros" 

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RELEASE ÁLBUM INFINITOS ENCONTROS

Cantora, compositora e neurocientista, Julie Wein lançou o seu primeiro álbum nas plataformas digitais, via Biscoito Fino. Projeto autoral, “Infinitos Encontros” faz jus ao nome: fala de encontros e também é feito de encontros. Julie conta com a participação especial de Ed Motta e de músicos como Marcelo Caldi, Marco Lobo, Pedro Franco e Jorge Helder, com produção musical do violonista Victor Ribeiro.

   
Doutora em Neurociências, pela UFRJ, Julie Wein tem experiência na área de Neuroimagem, com ênfase em Neurociência Computacional das Emoções e da Música. Desde 2015, concilia suas pesquisas com a carreira de cantora.  

Julie Wein compôs as músicas desse repertório entre março e setembro de 2018: "Cada qual traz uma história específica e uma inspiração diferente, que adoro contar nos shows. Considero todas filhas de um mesmo momento da minha vida, por isso resolvi juntá-las no álbum”, define. Nascida em Curitiba, em um meio regado de estímulos artísticos – o pai violoncelista de orquestra (Romildo Weingartner) e a mãe coreógrafa (Rocio Infante) -, Julie canta desde pequena. “Fiz musicalização na primeira infância, integrei diversos corais e tive aulas de piano na infância e adolescência. O primeiro desejo que me lembro era de ser guitarrista de rock. Todos os domingos eu assistia meu pai tocando no concerto da Sinfônica do Paraná, então a música clássica também teve um papel importante na minha educação musical. A grande maioria das pessoas que me rodeavam na infância/adolescência também eram artistas, entre parentes, agregados da família e amigos dos meus pais. O mundo artístico era basicamente o que eu conhecia como referência”, completa.


O início da carreira profissional como cantora solo foi em 2015, quando estreou nos palcos de música do Rio de Janeiro com um show no TribOz, acompanhada do violonista Pedro Franco.

Em tempos de quarentena e isolamento social, Julie ressalta que um dos poderes terapêuticos da música é nos transportar para um outros ambientes, sensação explicada cientificamente, já que a música é capaz de alterar a percepção do nosso cérebro sobre nossas emoções e a realidade. Dentro do momento atual, após seguir as orientações de higienização, a boa dica de Julie é ouvir uma playlist, de preferência criada pela própria pessoa, com suas músicas favoritas, aquelas que normalmente evocam boas memórias ou simplesmente músicas que proporcionem um efeito relaxante. "Impactos observados em diversos estudos mostram que, além de propiciar hormônios do prazer, a música pode atuar de forma benéfica sobre a pressão sanguínea, batimento cardíaco e outros hormônios", completa.

 

Sobre “Infinitos Encontros”, a curitibana conta que os músicos e convidados foram sendo escolhidos por ela e pelo músico e produtor Victor Ribeiro. “Foi um diálogo entre nós dois para escolher essa cartela dos músicos e eu fiquei muito feliz com o resultado. Tive a grande alegria de receber a participação do mestre Ed Motta, amigo e músico incrível, com um trabalho tão importante para nossa música”.

O talento musical de Julie Wein vem colhendo elogios de diferentes áreas do mundo artístico. Para o maestro e compositor Edino Krieger, “Julie Wein segue a melhor tradição da música romântica brasileira. Tenho a impressão de que estamos assistindo ao nascimento de uma nova Dolores Duran. Eu espero que em breve ela esteja representando o melhor de nossa música popular aqui e no mundo.”

"Escrevo sobre experiências pessoais, amores perdidos e achados, tristezas e alegrias, momentos dolorosos e engraçados. Eu vejo a música como um caminho para curar feridas e trazer paz aos nossos corações. Para confortar as pessoas e tornar o mundo um lugar melhor. Também me inspiro na minha conexão com a natureza, nos mistérios do universo e nas melodias e harmonias que ouvi desde a infância", finaliza Julie, convidando a todos para um mergulho profundo em seus infinitos encontros.  

 

O disco físico pode ser adquirido em:

www.juliewein.com/online-store

Ouvir nas plataformas digitais:

orcd.co/infinitosencontros 

Principais atuações no Teatro e Teatro Musical:

Dois Amores e Um Bicho (2017-2020) – SESC Copacabana, Teatro Glauce Rocha e Festival Itaú Cultural Arte Como Respiro – atriz e musicista (piano e violoncelo);

Contra o Vento – um musicaos (2015-17) – CCBB RJ, Brasília e BH – cantora, atriz e instrumentista (piano, baixo e violoncelo);

 

Edypop (2014) – Teatro Sérgio Porto e Espaço Cultural Escola SESC – cantora, atriz e pianista substituta;

 

Brilho da Noite (2014-15) – SESC Copacabana e Teatro Café Pequeno  – cantora e tecladista;

 

A Lenda do Vale da Lua (2015-16) – (direção e dramaturgia de João das Neves, músicas de Chico César) – Oi Futuro Flamengo – atriz, cantora e instrumentista (acordeon e violoncelo).

 

Pai (2017) – (Texto: Adriana Falcão e Luiz Estellita Lins. Direção:  Cássia Villasbôas) – SESC Copacabana – preparação vocal “Help”.

Dez dias que abalaram o mundo (2017) – (Texto: John Reed. Direção: Luiz Fernando Lobo) – Companhia Ensaio Aberto (Armazém da Utopia) - preparadora vocal.

Ayrton Senna - o musical (2017) – (Texto: Claudio Lins e Cristiano Gualda. Direção: Renato Rocha) - Teatro Riachuelo - manutenção vocal.

Canto Cego (2019) – (musical. Direção: Luiz Fernando Lobo) – Companhia Ensaio Aberto (Armazém da Utopia) - preparadora vocal.

DADOS PESSOAIS

 

 

Idade: 28 (08/10/1991) 

Cidade natal: Curitiba

Cidade atual: Rio de Janeiro

DRT: 28.145 / PR

OMB: 19.680

Formação:

 

Doutora na UFRJ em Neurociências Cognitivas. Graduada em Biofísica pela UFRJ com especialização em Neurociências das Emoções e da Música. Ver currículo lattes.

Estudou com Romildo Weingartner e Iura Ranevsky (violoncelo), Gabriel Gezsti, Analaura de Souza Pinto e Rafael Vernet (piano), Marcelo Caldi (acordeon), Marcelo Rodolfo, Amelia Rabello e Felipe Habib (canto), Bernardo Ramos (prática de conjunto), Itiberê Zwarg (Oficinas de Música Universal).

Integrou diversos corais na infância e adolescência, como Brasileirinho, Sion e Curumim. No teatro teve como mentores o ator Luis Melo ( "O Ator Criador") e Clarisse Abujamra ("Corpo, voz e Pensamento"). Na adolescência, integrou por quatro anos o grupo de teatro amador Encena Sion. Estudou cinema com Luciano Coelho ("Roteiro para Cinema") e Tom Lisboa ("História do Cinema").

Foi bolsista da Escola Jaime Axôra de Ipanema, possui fluência nos ritmos de dança de salão (Salsa, Zouk, Tango, Bolero, Gafieria e Forró).

Estuda Técnica de Alexander com Gabriela Geluda (corpo e voz). Tem seu trabalho corporal desenvolvido por Rocio Infante (Consciência do Movimento e Dança Contemporânea; Faculdade Angel Vianna).